segunda-feira, 10 de março de 2025

2º Domingo da Quaresma

 


As leituras deste segundo domingo da quaresma convidam-nos a refletir sobre a nossa ‘transfiguração’, a nossa conversão à vida nova de Deus. 

A primeira leitura apresenta-nos Abraão, o modelo de confiança em Deus. Com Abrão, somos convidados a ‘acreditar’, isto é, a uma atitude de confiança total, de aceitação radical, de entrega plena aos desígnios desse Deus que não falha e é sempre fiel às promessas.

Na segunda leitura, São Paulo escreve à comunidade de Filipo convidando-os a renunciar a sua atitude de orgulho, de autossuficiência e de triunfalismo, resultantes do cumprimento de ritos externos. Todo aquele que pensa apenas em coisas terrenas comporta-se como inimigo da cruz de Cristo e, portanto, não entendeu que a meta está no céu, onde teremos um corpo glorioso semelhante ao do Cristo ressuscitado. É preciso, para isso, manter-se firme na fé e no seguimento de Jesus. A nossa transfiguração resulta de uma verdadeira conversão do coração, construída dia a dia sob o sinal da cruz, ou seja, do amor e da entrega da vida.

E o Evangelho nos apresenta a transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo. No monte, com o Mestre, estão seus grandes amigos: Pedro, Tiago e João. Jesus está conversando com Moisés e com Elias sobre a morte de Cruz que ele sofrerá em Jerusalém, concretizando assim, a libertação do ser humano. O projeto libertador de Deus em jesus não se realiza através de esquemas de poder e de triunfo, mas através da entrega da vida e do amor que se dá até à morte. É esse o caminho que nos conduz, a nós também, à transfiguração em homens novos.

A passagem da transfiguração nos lembra que somos humanos, falhos. O fato de experimentar Deus não impediu que os apóstolos tivessem medo e dúvidas. Mais uma vez aparecem com sono e diante da cena, ficam confusos a ponto de esquecerem que lá embaixo, junto à montanha, ficaram os demais discípulos. O coração de Pedro parece preocupar-se apenas consigo mesmo, diante da maravilha que estava presenciando. Mas é necessário descer a montanha. A caminhada tem que continuar. Sem a cruz não haverá ressurreição. Jesus terá que dar sua vida para sim transfigurar o ser humano. Que Deus auxilie a entendermos que a cruz é necessária para nossa ressurreição.

 

1ª LEITURA: Gn 15,5-12.17-18

2ª LEITURA: Fl 3,17-4,1

EVANGELHO: Lc 9,28b-36

SALMO

“O Senhor é minha luz e salvação!”

sábado, 8 de março de 2025

1º Domingo da Quaresma

 


No início da Quaresma, a Palavra de Deus nos faz pensar sobre as nossas opções de vida e a tomar consciência das tentações que nos impedem de renascer para a vida nova, para a vida em Deus.

Na primeira leitura, vemos Moisés falando ao povo a importância de um profundo reconhecimento da sua dura história de escravidão e da bondade de Deus que esteve ao seu lado durante todo o tempo. O Senhor foi presença constante na caminhada do povo não deixando nada faltar até a sua libertação. Oferecer o que há de melhor para Ele é um alerta contra a tentação do orgulho e da autossuficiência, que nos levam a caminhos de egoísmo e de desumanidade, de desgraça e de morte.

São Paulo alerta a comunidade de Roma, na segunda leitura, que um cristão tem ‘a faca e o queijo’ na mão, pois a Palavra está na sua boca e em seu coração. Ora, se a Palavra se fez carne e habitou entre nós, e é o próprio Filho de Deus, concluímos que Jesus deve ser confessado pela nossa boca, e sua ressurreição deve ser acreditada com fé em nossos corações, uma vez que se deu na história. A salvação está ao alcance de todos. Não é uma conquista do ser humano, mas um dom gratuito de Deus. É preciso, pois ‘converter-se’ a Jesus, isto é, reconhecê-lo como ‘Senhor’ e acolher no coração a salvação que, em Jesus, Deus propõe.

E o Evangelho do primeiro domingo da Quaresma traz as tentações de Cristo. É uma catequese sobre as opções de Jesus. Lucas sugere que Jesus recusou radicalmente um caminho de materialismo, de poder, de êxito fácil, pois o plano de Deus não passava pelo egoísmo, mas pela partilha; não passava pelo autoritarismo, mas pelo serviço; não passava por manifestações espetaculares, que impressionam as massas, mas por uma proposta de vida plena, apresentada com simplicidade e amor. É claro que é esse caminho que é sugerido aos que seguem Jesus.

A salvação é um dom de Deus a humanidade. Mas é também uma livre adesão do homem que aceita a cruz de Cristo renegando as tentações do mundo. O deserto é um lugar de solidão onde o homem encontra-se com Deus e consigo mesmo ao provar sua fidelidade à proposta divina. Não é caminho fácil. Exige renúncia de si mesmo e dar-se plenamente, sem reservas. As tentações do prazer, do ter e do poder podem significar muito nesse mundo. Porém, nada representam comparado ao Reino de Deus.

 

1ª LEITURA: Dt 26,4-10

2ª LEITURA: Rm 10,8-13

EVANGELHO: Lc 4,1-13

SALMO:

“Em minhas dores, ó Senhor, permanecei junto de mim!”


quinta-feira, 6 de março de 2025

Quaresma: Eis o tempo de conversão!

 


        A palavra páscoa significa passagem. Nós cristãos herdamos a tradição da festa pascal anual do judaísmo, porém, com um novo sentido. Os judeus celebram anualmente a Páscoa recordando a libertação da escravidão no Egito. Deus libertou-os fazendo com eles uma aliança (Ex 3,12-20). Celebramos a morte redentora e a ressurreição gloriosa de Cristo, que é fonte de vida nova para todos os homens.

        No calendário litúrgico, o ciclo da Páscoa compreende a quaresma, o tríduo pascal, a Páscoa do Senhor e o tempo que vai até Pentecostes. A quaresma são os quarenta dias a contar da quarta-feira de cinzas até a quinta-feira santa, nos quais a liturgia da Igreja convida a todos os fiéis a se prepararem para a Páscoa do Senhor através da conversão.

        O número 40 está ligado a vivências importantes do povo de Deus no Antigo Testamento. O povo andou errante 40 anos no deserto até a Terra Prometida. O profeta Elias desanimado e prostrado, come o pão que o anjo lhe apresenta e, fortalecido, caminha 40 dias até o Horeb. Enfim, o número 40 lembra a experiência intensa do povo com Deus.

        Já no Novo Testamento, a vida pública de Jesus é iniciada com um retiro de 40 dias no deserto em Jejum e oração. Logo após o batismo, o Espírito impeliu Jesus para o deserto, permanecendo aí durante 40 dias, tendo sofrido a tentação do demônio (Mc 1,12-13).

        Durante a quaresma, toda a liturgia gira tem torno de dois temas centrais: o batismo e a penitência. Pelo batismo fomos inseridos na família eclesial, ou seja, fomos acolhidos na Igreja.

     Quanto à penitência, o Concílio Vaticano II ensina que “a penitência quaresmal não deve ser somente interna e individual, mas também externa e social” (SC 110). Neste sentido, o profeta Isaías diz que “o jejum verdadeiro consiste em libertar os cativos, acabar com a opressão, dividir o pão com o pobre, hospedar os que não têm casa, vestir o nu” (Is 58,3-12). Por esta razão, a Igreja pede abstinência aos que têm mais de 14 anos de idade e o jejum aos que tiverem completado 18 anos e menos de 60 anos de idade, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa.

        A quaresma é um apelo ao cristão a intensificar sua intimidade com Deus. Somos convidados a celebrarmos bem esse momento de reencontro com Deus, com os irmãos e conosco. Através das celebrações e da Campanha da Fraternidade nos aproximemos desse Deus rico em misericórdia e preparemos os nossos corações para a Páscoa do Senhor. “Eis o tempo de conversão”.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

8º Domingo do Tempo Comum

 


A liturgia do 8º domingo do tempo comum vem nos encorajar a mantermos a vigilância e cultivarmos o anseio pelo céu. O homem que busca o céu mostra através de suas obras seu desejo incessante pelo encontro com o Criador.

Já na primeira leitura vemos o eclesiástico nos chamando a atenção para as palavras do homem. Elas revelam como o homem cultiva seu desejo pelo céu. Através da conversação, provamos o homem e vemos onde estão realmente suas intensões. Igualmente, a passagem nos aconselha a não elogiarmos ninguém antes de ouvi-lo.

A passagem apresentada como segunda leitura é da Primeira Carta aos Coríntios. Nela, o apóstolo recorda para onde devem estar canalizadas nossas energias. Enquanto nesse mundo, estamos presos a um corpo corruptível, sujeito a morte e a degradação. Fomos feitos para a vida eterna, onde seremos revestidos de incorruptibilidade e imortalidade. Enquanto peregrinos nesse mundo, o pecado nos atormenta tal como um aguilhão, um ferrão que nos lembra a todo instante que não fomos feitos para essa vida. O homem deve buscar o céu com todo o empenho.

Como manter-se focado no céu? No Evangelho, o próprio Cristo nos aconselha a primeiro cuidarmos de nossa salvação, para depois buscarmos a salvação de outrem. Nossa caminhada nos impele a sempre nos aperfeiçoarmos no caminho. Através dos frutos conhecemos a árvore. Aqui vemos mais uma referência sobre as palavras humanas: “a boca fala do que o coração está cheio”. É nesse interim que somos estimulados a enchermos os nossos corações para assim, aproximarmos as pessoas de Deus. Ninguém dá o que não tem. Se tenho um coração maldoso, cheio de coisas ruins, inevitavelmente não poderemos conduzir ninguém para Deus. Seremos cegos tentando guiar outros cegos.

A liturgia desse final de semana parece continuar o que ouvimos no último domingo. Nascemos homens terrestres, tais como Adão. Mas ao longo da vida, vamos nos aperfeiçoando conforme vamos nos configurando ao Homem Celeste – Jesus Cristo – que nos ensina a Misericórdia. Conforme praticamos boas obras, vamos alimentando em nós o céu e assim nos transformando em Cristo. Quiçá um dia possamos dizer como Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas Cristo que vive em mim!”

 

1ª Leitura: Eclo 27,5-8

2ª Leitura: 1Cor 15,54-58

Evangelho: Lc 6,39-45

Salmo

“Como é bom agradecermos ao Senhor”.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

7º Domingo do Tempo Comum

 


A liturgia deste domingo exige-nos o amor total, o amor sem limites, mesmo para com os nossos inimigos. Convida-nos a pôr de lado a lógica da violência e a substituí-la pela lógica do amor.

Na primeira leitura, vemos o soldado Abisai, diante de uma situação favorável onde Saul está dormindo profundamente aconselhar Davi a matá-lo sem piedade, pois considera que Deus entregou o inimigo nas mãos dele. Davi, mesmo sabendo que Saul é seu inimigo mortal, não o faz, pois o rei é o ungido do Senhor e por isso, seu algoz não ficaria impune diante da justiça divina. Davi escolhe a misericórdia.

A segunda leitura, retirada da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, apresenta uma continuação da catequese iniciada há alguns domingos sobre a ressurreição. Podemos ligá-la ao tema central da Palavra de Deus deste Domingo – o amor aos inimigos – dizendo que é na lógica do amor que preparamos essa vida plena que Deus nos reserva; e que o amor vivido com radicalidade e sem limitações é um anúncio desse mundo novo que nos espera para além desta terra. Se por um lado, o primeiro homem, Adão, foi um ser vivo, mas terrestre. O segundo homem, Jesus, foi um espírito vivificante, celeste. A ressurreição d’Ele trouxe a humanidade uma nova visão além morte terrena que culmina na vida eterna com Deus.

O evangelho reforça a proposta sobre o perdão aos inimigos. Exige dos seguidores de Jesus um coração sempre disponível para perdoar, para acolher, para dar a mão, independentemente de quem esteja do outro lado. Não se trata de amar apenas os membros do próprio grupo social, da própria raça, do próprio povo, da própria classe, partido, igreja ou clube de futebol; trata-se de um amor sem discriminações, que nos leve a ver em cada homem um irmão.

Ser misericordioso como o Pai não é tarefa fácil, pois enquanto peregrinos nesse mundo passageiros, estamos condicionados a condição terrena que exige, numa justiça equitativa, devolver as bofetadas. Alimentar o homem celeste é superar esses condicionamentos e almejar as coisas eternas em vista da vida eterna. É praticar a misericórdia em relação a todos, mesmo àqueles que nos ofendem. O perdão de Davi a Saul deve nos inspirar. O clamor de Jesus na cruz, nos conduzir: “Pai, perdoa-lhes. Eles não sabem o que fazem.

 

1ª Leitura: 1Sm 26,2.7-9.12-13.22-23

2ª Leitura: 1Cor 15,45-49

Evangelho: Lc 6,27-38

Salmo:

“O Senhor é bondoso e compassivo”.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

6º Domingo do Tempo Comum

 


A Palavra de Deus que nos é proposta neste Domingo leva-nos a refletir sobre o protagonismo que Deus e as suas propostas têm em nossa existência.

Na primeira leitura, o profeta Jeremias põe frente a frente a autossuficiência daqueles que prescindem de Deus e escolhem viver à margem das suas propostas, com a atitude dos que escolhem confiar em Deus e entregar-se nas suas mãos. É maldito o homem que confia no homem, visto que esse é finito, passageiro, volúvel, fácil de ser enganar. Na medida em que se volta para si mesmo, o homem afasta-se de Deus. Diferente do homem que confia plenamente em Deus, que é o Senhor de Tudo.  O profeta o compara a uma árvore de raízes firmes, plantada perto das águas e por isso não teme a chegada do calor. Por saber em quem põe a confiança, nunca deixa de dar frutos e sabe que sem esse amparo jamais conseguiria fazer algo. Prescindir de Deus é percorrer um caminho de morte e renunciar à felicidade e à vida plena.

A segunda leitura, retirada da carta de São Paulo aos Coríntios, fala de nossa ressurreição que é consequência da ressurreição de Jesus. Sugere que a nossa vida não pode ser lida exclusivamente à luz dos critérios deste mundo: ela atinge o seu sentido pleno e total quando, pela ressurreição, desabrochamos para o Homem Novo. Ora, isso só acontecerá se não nos conformarmos com a lógica deste mundo, mas apontarmos a nossa existência para Deus e para a vida plena que Ele tem para nós.

O Evangelho proclama bem-aventurados – felizes – os que constroem a sua vida à luz dos valores propostos por Deus e infelizes os que preferem o egoísmo, o orgulho e a autossuficiência. Sugere que os preferidos de Deus são os que vivem na simplicidade, na humildade e na debilidade, mesmo que, à luz dos critérios humanos, eles sejam desgraçados, marginais, incapazes de fazer ouvir a sua voz diante do trono dos poderosos que presidem aos destinos do mundo.

É impossível crer em Jesus e não acreditar na ressurreição ou pregar algo diferente disso, como a reencarnação. O que dá sentido à fé cristã é justamente a ressurreição de Jesus. Se não fosse ela, os que morreram confiando n’Ele teriam perdido tempo. A ressurreição nos sintoniza com a vida futura, onde os que aqui sofrem, serão bem-aventurados, pois confiaram plenamente em Deus, e não naqueles que matam o corpo ou apenas dispõe de uma vida passageira, limitada e presa ao tempo.

 

1ª LEITURA: Jr 17,5-8

2ª LEITURA: 1Cor 15,12.16-20

EVANGELHO: Lc 6,17.20-26

 

SALMO

“É feliz quem a Deus se confia!”

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

5º Domingo do Tempo Comum

 


A liturgia do 5º domingo do tempo comum apresenta-nos a missão de evangelizar recebida pelo mandato de Jesus a Pedro, e que se estende a todos os batizados: “De hoje em diante tu serás pescador de homens”.

Na primeira leitura, retirada do livro do profeta Isaías, vemos este apavorado diante da visão da grandeza e magnitude da glória de Deus ao confrontá-la com a sua pequenez. Um serafim coloca-lhe uma brasa nos lábios, purificando-o de todos os seus pecados. Agora, o profeta não tem desculpas. Diante da pergunta do Senhor – quem enviarei? – prontamente responde: “Aqui estou! Envia-me!”

Se na primeira leitura, temos o foco no mensageiro, na segunda leitura, da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, temos o conteúdo da mensagem a ser enviada. O apóstolo diz que seremos salvos pelo evangelho pregado pelos apóstolos. A base da fé cristã está no querigma. Inicialmente essa palavra estava relacionada aos homens – quérix – que percorriam os reinos anunciando notícias. Para os cristãos, tornou-se sinônimo do primeiro anúncio das verdades de fé. É um resumo de toda a pregação dos apóstolos: Jesus de Nazaré, o Cristo, foi morto, ressuscitado e exaltado à direita de Deus Pai. Essa é a mensagem que somos todos convidados a continuar anunciando e perpetuando ao longo dos séculos. Não temos desculpas para não cumprirmos essa ordem. O próprio Paulo, antes perseguidor dos cristãos tornou-se o apóstolo das nações e anunciou incansavelmente o querigma por onde passou.

E no evangelho temos Jesus usando uma barca como púlpito na margem do Lago de Genesaré. Jesus confronta Pedro, um pescador profissional, a lançar as redes em águas mais profundas. Pedro, incrédulo e talvez desesperançoso pela falta de êxito das últimas horas, em atenção à palavra de Jesus aceita o desafio e pega grande quantidade de peixes ao ponto de ter que chamar auxiliares para ajudá-lo a colocar o produto dentro da barca. E agora vem o envio: “De hoje em diante tu serás pescador de homens”.

Tanto Isaías, quanto Pedro e Paulo tornam-se anunciadores de Deus. Pedro e Paulo mensageiros do querigma, da Boa Nova de Jesus. A pesca de Pedro agora é para a eternidade. Na Igreja de Cristo, todo batizado é missionário. Não temos desculpa. Mas tudo é graça d’Ele. Se somos pecadores, a misericórdia de Deus toca-nos a língua como uma brasa quente na Eucaristia. Se estamos desanimados diante das maldades do mundo ou pela falta de fé das pessoas, Jesus pede que lancemos as redes em águas mais profundas. O mesmo Jesus que morreu, ressuscitou e está à direita do Pai continua a ser Palavra viva e encarnada para as nações.

 

1ª Leitura: Is 6,1-2a.3-8

2ª Leitura: 1Cor 15,1-11

Evangelho: Lc 5,1-11

 

Salmo

“Vou cantar-vos, ante os  anjos, ó Senhor, e ante o  vosso  templo vou prostrar-me”

Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria

  Nesse final de semana celebramos a Assunção de Nossa Senhora. Tal celebração, para nós católicos, é dogma de fé. Foi definido pelo papa Pi...