sexta-feira, 28 de março de 2025

4º Domingo da Quaresma

 


A liturgia do 4º domingo da quaresma convida-nos à uma redescoberta do Deus do amor, empenhado em conduzir-nos a uma vida em comunhão com ele.

A primeira leitura, a propósito da circuncisão dos israelitas, convida-nos à conversão, princípio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado é um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade.

Na segunda leitura, São Paulo escreve aos coríntios convidando-os a acolher a oferta de amor que Deus faz aos homens através de Jesus. Só reconciliados com Deus e com os irmãos podemos ser criaturas novas, em que se manifesta o homem novo.

O Evangelho é o da passagem do filho pródigo, que apresenta-nos o Deus/Pai que ama seus filhos de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia, e não na linha da justiça dos homens.

A palavra ‘pródigo’ significa aquele que dissipa seus bens, que gasta mais do que o necessário. É sinónimo de gastador, esbanjador, perdulário. De tanto ouvirmos a parábola do Filho Pródigo, tendemos a considerar o termo como sinônimo de arrependido. Aliás, talvez seria um título com muito mais sentido para a passagem: “O Filho Arrependido”.

Estamos diante de uma representação da misericórdia de um Pai que aguarda confiante o retorno do filho que prefere os prazeres do mundo à segurança da casa do Pai. O ser humano que, no auge de sua aparente autossuficiência quer ir embora e fazer sua vida só. Claro que quer também aquilo que ‘tem direito’, mas esquece que o maior de todos os bens é o amor da casa paterna.

O filho mais velho representa muitos irmãos que não se alegram com a volta dos irmãos ao seio da comunidade e têm ciúmes não do Pai em si, mas dos bens que talvez sejam novamente repartidos. São aqueles católicos que vivem uma fé aparente, baseada num tradicionalismo cego focado numa justiça por eles proposta e sem misericórdia.

Nosso Deus é um Pai misericordioso, que não interfere na liberdade humana e sempre espera cada filho de portas abertas. É um Pai pronto a dar do melhor de sua casa para a felicidade da família. Alegra-se com a volta de cada um fazendo festa e chamando a sua original dignidade. Agradeçamos a esse Pai maravilhoso todo o amor que ele nos dispensa e que muitas vezes esbanjamos.

 

1ª LEITURA: Jos 5,9a.10-12

2ª LEITURA: 2Cor 5,17-21

EVANGELHO: Lc 15,1-3.11-32

SALMO

“Provai e vede quão suave é o Senhor!”

quarta-feira, 26 de março de 2025

Retiro Quaresmal Paroquial

 


O Retiro Quaresmal Paroquial é uma oportunidade que teremos para juntos, como comunidade, aprofundarmos a liturgia do Sábado Santo, cujo ritual traz uma rica simbologia rememorando toda a caminhada do Deus Javé ao lado do seu povo escolhido até a culminância dos tempos, quando envia seu Filho Único, Jesus Cristo. Este aceita livremente a morte de cruz, mas ressuscita derrotando a morte e trazendo a humanidade nova vida, deixando sua Igreja como continuadora da missão: “Ide por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho” (Mc 16,15).

As pregações serão baseadas, como dito, na liturgia do Sábado Santo e serão as seguintes:

 

1ª PREGAÇÃO

TEMA: Deus criador e provedor de todas as coisas

PREGADOR: Pe. Marcos Leandro de Oliveira

TEXTOS:

·     1ª LEITURA: Gn 1,1-2,2

·     SALMO: Sl 103

·     2ª LEITURA: Gn 22,1-18

·     SALMO: Sl 15

HORÁRIO: 9:00 às 10:15

 

2ª PREGAÇÃO

TEMA: Deus caminha com seu povo

PREGADOR: Ezequiel Althaus

TEXTOS:

·     3ª LEITURA: Êx 14,15-15,1

·     SALMO: Êx 15,1-6.17-18

·     4ª LEITURA: Is 54,5-14

·     SALMO: Sl 29

HORÁRIO: 10:30 às 11:45

 

3ª PREGAÇÃO

TEMA: Deus e o projeto de Salvação

PREGADOR: Felipe Link

TEXTOS:

·     5ª LEITURA: Is 55,1-11

·     SALMO: Is 12,2-6

·     6ª LEITURA: Br 3,9-15.32-4,4

·     SALMO: Sl 18

HORÁRO: 13:30 às 14:45

 

4ª PREGAÇÃO

TEMA: A ressurreição de Jesus deu-nos um novo coração

PREGADOR: Pe. Carlos Vicente

TEXTOS:

·     7ª LEITURA: Ez 36,16-17a.18-28

·     SALMO: Sl 41

·     8ª LEITURA: Rm 6,3-11

HORÁRIO: 15:00 às 16:45

quinta-feira, 20 de março de 2025

3º Domingo da Quaresma

 


A liturgia do 3º domingo da quaresma faz eco ao canto: “Eis o tempo de conversão”. É uma oferta de Deus para todo o gênero humano que na sua liberdade pode ou não aderir a ela. Enquanto peregrinos nesse mundo, o Senhor cuida de cada homem na esperança de que ele dê frutos para a vida eterna.

Na primeira leitura, vemos o chamado de Moisés, que ouve a voz de Deus saindo do meio de uma sarça em chama que não se consome. Deus o admoesta a tirar suas sandálias devido a santidade do lugar. Revela que viu a aflição do seu povo escolhido no Egito. Ouviu seu clamor e reconhece os seus sofrimentos. Quer contar agora com o auxílio de Moisés para libertar o povo da escravidão. Nesse episódio, revela seu nome: “Eu sou aquele que sou” – YAHEWH. É em nome do Deus de Israel, que nunca esteve longe ou alheio ao sofrimento do povo, que Moisés irá realizar a libertação.

São Paulo lembra a comunidade de Corinto, na segunda leitura, que enquanto o povo esteve debaixo da nuvem, na passagem da libertação do Egito, estava sob proteção divina. Todos foram tratados com o mesmo carinho, comendo do mesmo alimento e bebendo da mesma bebida. Ainda assim, muitos morreram, pois murmuravam contra Deus.

E o Evangelho Jesus revela que Deus não faz acepção de pessoas. Ama a todos e estende a mão. Exige de nós uma conversão livre e sincera capaz de irmos ao encontro d’Ele com amor e generosidade. Jesus conta a parábola da figueira estéril. Não encontrando figos, o dono queria cortá-la. Não o faz a pedido do vinhateiro que se compromete a cuidar da árvore adubando e regando. Pede misericórdia por mais um ano. Se não der frutos, seu fim estará decretado.

Podemos ver que ao longo de nossa peregrinação na terra Deus caminha do nosso lado o tempo todo, oferecendo a salvação em troca da conversão. É uma salvação integral e contempla a todos. Porém, o ser humano em sua liberdade pode renegá-la. Penso que o vinhateiro é o próprio Cristo que todos os anos através da sua Igreja nos um tempo de conversão, onde podemos refletir sobre nossas atitudes e nos sintonizar com o projeto divino. Yahewh caminha conosco e anseia pela nossa libertação. Não é tempo de murmuração, mas de conversão.

 

1ª Leitura: Ex 3,1-8a.13-15

2ª Leitura: 1Cor 10,1-6.10-12

Evangelho: Lc 13,1-9

Salmo

“O Senhor é bondoso e compassivo”

quarta-feira, 19 de março de 2025

Campanha da Fraternidade 2025 - Cartaz e Hino

 

CARTAZ DA CF - 2025



HINO DA CF - 2025


O Cristo-Deus se fez humano nesta terra
E às criaturas deu valor e atenção
A vida plena, que no mundo já se espera
Ganha sentido com a nossa redenção

 

Ao entregar o Paraíso ao ser humano
Deus contemplou sua beleza e seus dons
Louvado seja nosso Pai, o Criador
"Deus viu que tudo, tudo era muito bom!"

 

No Universo tudo está interligado
Nele vivemos e, com todos, "somos um"
Nesta Quaresma, à conversão, somos chamados
Cuidemos todos desta Casa, que é Comum

 

Há muito tempo, o louvor das criaturas
Já se ouvia em um canto universal
O seu autor, nova expressão ele inaugura
"Fraternidade e Ecologia Integral"

 

O ser humano transformou a realidade
Causou maus-tratos, destruindo a natureza
Abandonou a Lei de Deus e sua verdade
Desrespeitando a criação e sua beleza

 

De toda a Terra em nossas mãos, eis o cuidado
Nós somos todos responsáveis pela vida
Enquanto aqui peregrinamos na esperança
A criação em nova Páscoa é renascida




segunda-feira, 10 de março de 2025

Campanha da Fraternidade 2025

 


TEMA: Fraternidade e Ecologia Integral

LEMA: “Deus viu que tudo era muito bom!” (Gn 1,31)

 

OBJETIVO GERAL

            Promover, em espírito quaresmal e em tempos de urgente crise socioambiental, um processo de conversão integral, ouvindo o grito dos pobres e da terra.

 

OBJETIVOS ESPECÍFFICOS

1.      Reconhecer o caminho percorrido e as ações já iniciadas com a Encíclica Laudato Si’ (LS) e o Sínodo da Amazônia, em vista do seu fortalecimento e continuidade;

2.      Denunciar os males que o modo de vida atual impõe ao planeta e que têm gerado uma “complexa crise socioambiental” (LS, n.139), dado que em nossa Casa Comum “tudo está estreitamente interligado” (LS, n.16);

3.      Apontar as causas da grave crise climática global, a urgência de alteração profunda nos nossos modos de vida e as “falsas soluções” (cf. LS, n.54) fomentadas em nome da transição energética;

4.      Aprofundar o conhecimento do “Evangelho da Criação” (LS, cap. II), valorizando a dimensão trinitária da fé cristã e recuperando o horizonte bíblico da Aliança universal que envolve todas as criaturas (cf. Gn 8-9);

5.      Explicitar a Doutrina Social da Igreja e assumir o compromisso com a conversão integral, para superação do pecado, em todas as suas manifestações;

6.      Vivenciar as propostas do Ano Jubilar em vista de novas relações do ser humano com Deus e suas criaturas, consigo mesmo e com o próximo;

7.      Propor a Ecologia Integral como perspectiva de conversão e elemento transversal às dimensões litúrgica, catequética e sociotransformadora do compromisso cristão;

8.      Incentivar as pastorais e os movimentos socioambientais, em articulação com outras Igrejas e Religiões, sociedade civil, povos originários e comunidades tradicionais, em vista da justiça socioambiental e da atuação socioeducativa;

9.      Promover e apoiar ações efetivas que visem à mudança do modelo econômico que ameaça a vida em nossa Casa Comum;

10.  Apoiar os atingidos por catástrofes naturais e as vítimas dos crimes ambientais em sua busca por reparação e justiça;

11.  Celebrar os 10 anos da Encíclica Laudato Si’, do Papa Francisco, acolhendo a Laudate Deum e avançando com as temáticas socioambientais que já foram abordadas nas Campanhas da Fraternidade.

2º Domingo da Quaresma

 


As leituras deste segundo domingo da quaresma convidam-nos a refletir sobre a nossa ‘transfiguração’, a nossa conversão à vida nova de Deus. 

A primeira leitura apresenta-nos Abraão, o modelo de confiança em Deus. Com Abrão, somos convidados a ‘acreditar’, isto é, a uma atitude de confiança total, de aceitação radical, de entrega plena aos desígnios desse Deus que não falha e é sempre fiel às promessas.

Na segunda leitura, São Paulo escreve à comunidade de Filipo convidando-os a renunciar a sua atitude de orgulho, de autossuficiência e de triunfalismo, resultantes do cumprimento de ritos externos. Todo aquele que pensa apenas em coisas terrenas comporta-se como inimigo da cruz de Cristo e, portanto, não entendeu que a meta está no céu, onde teremos um corpo glorioso semelhante ao do Cristo ressuscitado. É preciso, para isso, manter-se firme na fé e no seguimento de Jesus. A nossa transfiguração resulta de uma verdadeira conversão do coração, construída dia a dia sob o sinal da cruz, ou seja, do amor e da entrega da vida.

E o Evangelho nos apresenta a transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo. No monte, com o Mestre, estão seus grandes amigos: Pedro, Tiago e João. Jesus está conversando com Moisés e com Elias sobre a morte de Cruz que ele sofrerá em Jerusalém, concretizando assim, a libertação do ser humano. O projeto libertador de Deus em jesus não se realiza através de esquemas de poder e de triunfo, mas através da entrega da vida e do amor que se dá até à morte. É esse o caminho que nos conduz, a nós também, à transfiguração em homens novos.

A passagem da transfiguração nos lembra que somos humanos, falhos. O fato de experimentar Deus não impediu que os apóstolos tivessem medo e dúvidas. Mais uma vez aparecem com sono e diante da cena, ficam confusos a ponto de esquecerem que lá embaixo, junto à montanha, ficaram os demais discípulos. O coração de Pedro parece preocupar-se apenas consigo mesmo, diante da maravilha que estava presenciando. Mas é necessário descer a montanha. A caminhada tem que continuar. Sem a cruz não haverá ressurreição. Jesus terá que dar sua vida para sim transfigurar o ser humano. Que Deus auxilie a entendermos que a cruz é necessária para nossa ressurreição.

 

1ª LEITURA: Gn 15,5-12.17-18

2ª LEITURA: Fl 3,17-4,1

EVANGELHO: Lc 9,28b-36

SALMO

“O Senhor é minha luz e salvação!”

sábado, 8 de março de 2025

1º Domingo da Quaresma

 


No início da Quaresma, a Palavra de Deus nos faz pensar sobre as nossas opções de vida e a tomar consciência das tentações que nos impedem de renascer para a vida nova, para a vida em Deus.

Na primeira leitura, vemos Moisés falando ao povo a importância de um profundo reconhecimento da sua dura história de escravidão e da bondade de Deus que esteve ao seu lado durante todo o tempo. O Senhor foi presença constante na caminhada do povo não deixando nada faltar até a sua libertação. Oferecer o que há de melhor para Ele é um alerta contra a tentação do orgulho e da autossuficiência, que nos levam a caminhos de egoísmo e de desumanidade, de desgraça e de morte.

São Paulo alerta a comunidade de Roma, na segunda leitura, que um cristão tem ‘a faca e o queijo’ na mão, pois a Palavra está na sua boca e em seu coração. Ora, se a Palavra se fez carne e habitou entre nós, e é o próprio Filho de Deus, concluímos que Jesus deve ser confessado pela nossa boca, e sua ressurreição deve ser acreditada com fé em nossos corações, uma vez que se deu na história. A salvação está ao alcance de todos. Não é uma conquista do ser humano, mas um dom gratuito de Deus. É preciso, pois ‘converter-se’ a Jesus, isto é, reconhecê-lo como ‘Senhor’ e acolher no coração a salvação que, em Jesus, Deus propõe.

E o Evangelho do primeiro domingo da Quaresma traz as tentações de Cristo. É uma catequese sobre as opções de Jesus. Lucas sugere que Jesus recusou radicalmente um caminho de materialismo, de poder, de êxito fácil, pois o plano de Deus não passava pelo egoísmo, mas pela partilha; não passava pelo autoritarismo, mas pelo serviço; não passava por manifestações espetaculares, que impressionam as massas, mas por uma proposta de vida plena, apresentada com simplicidade e amor. É claro que é esse caminho que é sugerido aos que seguem Jesus.

A salvação é um dom de Deus a humanidade. Mas é também uma livre adesão do homem que aceita a cruz de Cristo renegando as tentações do mundo. O deserto é um lugar de solidão onde o homem encontra-se com Deus e consigo mesmo ao provar sua fidelidade à proposta divina. Não é caminho fácil. Exige renúncia de si mesmo e dar-se plenamente, sem reservas. As tentações do prazer, do ter e do poder podem significar muito nesse mundo. Porém, nada representam comparado ao Reino de Deus.

 

1ª LEITURA: Dt 26,4-10

2ª LEITURA: Rm 10,8-13

EVANGELHO: Lc 4,1-13

SALMO:

“Em minhas dores, ó Senhor, permanecei junto de mim!”


quinta-feira, 6 de março de 2025

Quaresma: Eis o tempo de conversão!

 


        A palavra páscoa significa passagem. Nós cristãos herdamos a tradição da festa pascal anual do judaísmo, porém, com um novo sentido. Os judeus celebram anualmente a Páscoa recordando a libertação da escravidão no Egito. Deus libertou-os fazendo com eles uma aliança (Ex 3,12-20). Celebramos a morte redentora e a ressurreição gloriosa de Cristo, que é fonte de vida nova para todos os homens.

        No calendário litúrgico, o ciclo da Páscoa compreende a quaresma, o tríduo pascal, a Páscoa do Senhor e o tempo que vai até Pentecostes. A quaresma são os quarenta dias a contar da quarta-feira de cinzas até a quinta-feira santa, nos quais a liturgia da Igreja convida a todos os fiéis a se prepararem para a Páscoa do Senhor através da conversão.

        O número 40 está ligado a vivências importantes do povo de Deus no Antigo Testamento. O povo andou errante 40 anos no deserto até a Terra Prometida. O profeta Elias desanimado e prostrado, come o pão que o anjo lhe apresenta e, fortalecido, caminha 40 dias até o Horeb. Enfim, o número 40 lembra a experiência intensa do povo com Deus.

        Já no Novo Testamento, a vida pública de Jesus é iniciada com um retiro de 40 dias no deserto em Jejum e oração. Logo após o batismo, o Espírito impeliu Jesus para o deserto, permanecendo aí durante 40 dias, tendo sofrido a tentação do demônio (Mc 1,12-13).

        Durante a quaresma, toda a liturgia gira tem torno de dois temas centrais: o batismo e a penitência. Pelo batismo fomos inseridos na família eclesial, ou seja, fomos acolhidos na Igreja.

     Quanto à penitência, o Concílio Vaticano II ensina que “a penitência quaresmal não deve ser somente interna e individual, mas também externa e social” (SC 110). Neste sentido, o profeta Isaías diz que “o jejum verdadeiro consiste em libertar os cativos, acabar com a opressão, dividir o pão com o pobre, hospedar os que não têm casa, vestir o nu” (Is 58,3-12). Por esta razão, a Igreja pede abstinência aos que têm mais de 14 anos de idade e o jejum aos que tiverem completado 18 anos e menos de 60 anos de idade, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa.

        A quaresma é um apelo ao cristão a intensificar sua intimidade com Deus. Somos convidados a celebrarmos bem esse momento de reencontro com Deus, com os irmãos e conosco. Através das celebrações e da Campanha da Fraternidade nos aproximemos desse Deus rico em misericórdia e preparemos os nossos corações para a Páscoa do Senhor. “Eis o tempo de conversão”.

Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria

  Nesse final de semana celebramos a Assunção de Nossa Senhora. Tal celebração, para nós católicos, é dogma de fé. Foi definido pelo papa Pi...