sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

4º Domingo do Advento

 


Nestes últimos dias antes do Natal, a mensagem fundamental da Palavra de Deus gira à volta da definição da missão de Jesus: propor um projeto de salvação e de libertação que leve os homens à descoberta da verdadeira felicidade.

A primeira leitura sugere que este mundo novo que Jesus, o descendente de Davi, veio propor é um dom do amor de Deus. O nome de jesus é “a Paz”. Ele veio apresentar uma proposta de um “reino” de paz e de amor, não construído com a força das armas, mas construído e acolhido nos corações dos homens.

Na segunda leitura vemos que a missão libertadora de Jesus visa o estabelecimento de uma relação de comunhão e de proximidade entre Deus e os homens. É à imagem de Jesus Cristo – num ‘sim’ total ao projeto de Deus.

O Evangelho nos mostra que o projeto de Deus tem um rosto: Jesus de Nazaré veio ao encontro dos homens para apresentar aos prisioneiros e aos que jazem na escravidão uma proposta de vida e de liberdade. Ele propõe um mundo novo, onde os marginalizados e oprimidos têm lugar e onde os que sofrem encontram a dignidade e a felicidade. Este é um anúncio de alegria e de salvação, que faz rejubilar todos os que reconhecem em Jesus a proposta libertadora que Deus lhes faz. Essa proposta chega, tantas vezes, através dos limites e da fragilidade dos ‘instrumentos’ humanos de Deus; mas é sempre uma proposta que tem o selo e a força de Deus.

Podemos dizer que João Batista, no seio de Isabel foi o primeiro, após Nossa Senhora, a adorar o Verbo Divino que estava no ventre de sua Santíssima Mãe. Em tempos de tantas incertezas, barulhos e agitações, somos convidados a vibrar com a verdadeira alegria que é a chegada do Messias dado ao mundo. Não uma adoração estéril e individualista, mas uma verdadeira adoração comunitária onde o nascimento de Jesus traz paz e alegria ao mundo.

 

1ª Leitura: Mq 5,1-4a)

2ª Leitura: Hb 10,5-10

Evangelho: Lc 1,39-45

SALMO

Iluminai a vossa face sobre nós, convertei-nos para que sejamos salvos!


terça-feira, 17 de dezembro de 2024

São Nicolau - o verdadeiro Papai Noel!

 


São Nicolau foi um dos santos mais populares de todos os tempos.

Contudo, nem sempre a devoção popular sabe das razões de seu extremado devotamento, pois se deixa facilmente levar pelas lendas fantasiosas que a tradição tece sobre a vida de certos santos antigos. Entre estes inclui-se, sem dúvida, São Nicolau, bispo de Mira, na Ásia Menor.

Mesmo livre das estórias lendárias, a figura de São Nicolau emerge como um gigante. Filho de pais ricos e piedosos, Nicolau nasceu por volta do ano 275 na Lícia, hoje Turquia. Tornou-se sacerdote da diocese de Mira, onde exerceu seu ministério. Como sacerdote desdobrou-se em amor e dedicação na evangelização e conversão dos pagãos, num clima de perseguição religiosa.

Nicolau é conhecido, sobretudo, pela extremada caridade para com os pobres. Distribuiu entre eles a fortuna herdada de seus pais. Em sua vida registra-se o caso de três moças cujo pai pobre, não podendo fornecer dotes para o casamento, aconselhava as filhas a se entregarem à prostituição. Nicolau, ao saber disso, jogou pela janela da casa das moças três bolsas com o dinheiro suficiente para os dotes das jovens.

Este episódio deu motivo à fantasia dos países do norte da Europa de verem Nicolau, sob o nome de Claus, o velho de barbas brancas, que levava presentes às crianças, exatamente no dia seis de dezembro.

Após a morte do bispo de Mira, Nicolau foi eleito seu sucessor. A obediência obrigou Nicolau a deixar o doce remanso da solidão e assumir as responsabilidades de bispo.

Em pouco tempo conquistou a simpatia de todos. Sua caridade e bondade sem par, seu zelo, seu espírito de oração o tornaram conhecido e chamado por toda a Ásia Menor. Deus, por sua vez, brindou-o com o poder de milagres em favor, sobretudo, dos doentes.

Historiadores gregos dizem que Nicolau foi preso durante a perseguição de Diocleciano por volta do ano 310. O santo bispo sustentou corajosamente a dura prisão e várias torturas e já estava para ser processado e condenado à morte, quando foi publicado o edito de Milão, em 313, concedendo a liberdade religiosa.

Nicolau foi um dos bispos que participaram do Concílio de Nicéia em 325, onde, contra a heresia ariana, foi definida a divindade de Cristo declarado consubstancial ao Pai. No início do Concílio, Nicolau presenciou uma cena de indescritível emoção: Constantino Magno, o imperador de Roma que por 250 anos tinha perseguido os cristãos, ajoelhou-se para beijar as cicatrizes de Nicolau e dos outros varões torturados na última perseguição.

Os mesmos soldados que os tinham preso e torturado, agora lhes prestavam honras de heróis! Parecia um sonho!

Ao que parece, Nicolau faleceu na Mira no ano de 342, com grande fama de santidade e de poder taumatúrgico.

Uma biografia, publicada em 847, divulgou notícias lendárias entre o povo ávido de coisas extraordinárias. A fama deste santo se propagou na Ásia menor e nas cidades marítimas do sul da Itália por motivo de comércio com o Oriente. Perante a ameaça de profanação do seu sepulcro pela invasão muçulmana, foi organizada uma expedição por iniciativa da cidade de Bári, na Itália, a fim de transportar as sagradas relíquias para lugar mais seguro. Esta expedição teve bom êxito e o corpo de São Nicolau foi, de fato, depositado na catedral de Bári dedicada ao grande padroeiro.

Este santo tornou-se sobremaneira popular também na Rússia, onde foi declarado padroeiro principal. Motivo pelo qual muitos czares adotaram este nome. Antes da revolução comunista, muitos eram os russos que visitavam o sepulcro de São Nicolau em Bári, de tal modo que havia naquela cidade uma hospedaria exclusiva para eles.

São Nicolau é invocado contra os perigos de incêndio e é padroeiro dos marinheiros.

São Nicolau, rogai por nós!

sábado, 14 de dezembro de 2024

3º Domingo do Advento

 


O 3º domingo do tempo do advento, também chamado ‘Domingo da Alegria’, pode girar à volta da pergunta: “E nós, o que devemos fazer?” Preparar o “caminho” por onde o Senhor vem significa questionar os nossos limites, o nosso egoísmo e comodismo e operar uma verdadeira transformação da nossa vida no sentido de Deus.

Na primeira leitura, da profecia de Sofonias, encontramos o grande tema da alegria. É um encorajamento à Sião a alegrar-se, a cantar de alegria e de todo o coração. É um estímulo aos fiéis a levantar a cabeça e recobrar a dignidade, pois o Senhor está em nosso meio. Que a vida não é fácil, todos sabemos. Que nem sempre estamos motivados, também. O Natal, muito mais do que celebrar uma data quer nos mostrar que Deus jamais nos abandona, e quando nos damos conta disso, erguemos a cabeça felizes por sabermo-nos seus filhos.

Na segunda leitura o tema persiste através da Carta de São Paulo aos Filipenses. O apóstolo motiva-nos a alegrarmo-nos no Senhor. Quem se reconhece filho de Deus sabe que Ele é um Pai de Misericórdia ao qual podemos apresentar nossas necessidades em forma de orações e súplicas. Mas São Paulo admoesta que devemos pedir sem nunca esquecer de render ação de graças. Ou seja, tudo o que vem de Deus é graça!

E a pergunta central do Evangelho – E nós, o que devemos fazer? – poderia ser resumida em: ‘fazer o bem a todos sempre’. João sabe qual é o seu papel dentro da história da salvação. Sabe que o seu dever é preparar os caminhos do Senhor. Para tanto, é preciso sair do nosso egoísmo e aprender a partilhar; é preciso quebrar os esquemas de exploração e de imoralidade e proceder com justiça; e é preciso renunciar à violência e à prepotência e respeitar absolutamente a dignidade dos nossos irmãos. O Evangelho avisa-nos, ainda, que o cristão é ‘batizado no Espírito’, recebe de Deus vida nova e tem de viver de acordo com essa dinâmica.

Em nossa caminhada do advento, nesse domingo acenderemos a vela rosa, cora da alegria.

 

1ª Leitura: Sf 3,14-18a

2ª Leitura: Fp 4,4-7

Evangelho: Lc 3,10-18

Salmo

“Exultai cantando alegres, habitantes de Sião, porque é grande em vosso meio o Deus Santo de Israel!”

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Tempo de Advento

 


Celebrar o Natal significa, antes de tudo, celebrar o nascimento de Jesus, filho de Maria e filho de Deus. O nome original da festa é “Natal do Senhor”. No calendário litúrgico, esta festa é preparada pelo Advento e seguida por uma série de festas como a da Sagrada Família, da Mãe de Deus, da Epifania ou manifestação do Senhor aos povos, também chamada de ‘festa dos reis’, e a festa do batismo de Jesus. No ciclo natalino, no qual celebramos o mistério da encarnação, a vinda do Senhor que se insere na história dos homens: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós!” (Jo 1,14). Ou seja, celebramos o mistério da encarnação do Senhor.

Adento era um termo conhecido entre os pagãos para designar a vinda da divindade ao templo, a visita à cidade a ela consagrada. Da mesma forma, com esta palavra também se denominava a vinda de autoridades com domínio sobre determinadas regiões. Os cristãos usaram esta mesma palavra para significar a maior vinda, a vinda do Messias, que não veio somente para uma cidade ou região, mas para todas as nações.

O Advento hoje compreende as quatro semanas que antecedem o Natal. São quatro semanas nas quais os cristãos se preparam em clima de esperança e confiança para acolher jesus. A liturgia do Advento comemora as duas vindas do Senhor Jesus. Na primeira parte, do início até o dia 15 de dezembro, acentua a segunda vinda de jesus, no fim dos tempos: “Este Jesus que acaba de ser elevado aos céus voltará do mesmo modo que o vistes subir para os céus” (At 1,11). Na segunda parte, a partir do dia 16 de dezembro, a liturgia acentua o nascimento histórico de Jesus, em Belém, da Virgem maria. É, pois, um tempo de alegre espera. O mistério da encarnação e redenção é expresso em linguagem simbólica.

É costume entre nós iniciarmos o advento com uma coroa de ramos verdes e quatro velas. O verde representa toda a natureza que está a espera do Salvador. As velas, representam os quatro domingos do advento e são acesas sucessivamente em cada final de semana significando a espera vigilante na fé.

A coroa do advento também quer simbolizar o tempo, desde a criação do mundo até o fim dos tempos. O aumento progressivo das velas acesas quer significar que o tempo da história está sob a luz de Cristo. O Advento quer lembrar-nos de que Jesus continua sendo esperado por todos aqueles aos quais ainda não foi anunciado. Lembra-nos de que Jesus chega diariamente ao mundo dos homens, no coração daquele que crê e daquele que abre a porta de seu coração para o Cristo. Advento é tempo de espera do Senhor. Mas não é tempo de acomodação. É tempo de renovar a fé e a vida.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Bem-Vindo, Jesus Cristo!

 


É Natal mais uma vez! Canta um tradicional hino. Sim! É Natal novamente. Cristo nasce em nossos corações, em nossos lares, em nossa comunidade para a humanidade. Nasce na simplicidade de um presépio e é colocado numa rústica manjedoura, querendo nos mostrar que Ele se contenta com aquilo que é de mais simples e sincero. Todos podemos partilhar de nossa vida com Jesus e com os irmãos. Após quatro semanas de preparação através do tempo do advento, dizemos alegremente como os anjos: Jesus Cristo nasceu! Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens de boa vontade!

Tudo converge para aquela manjedoura que nos ensina a acolher a todos. Tudo se dirige para aquela cena. Nosso coração deve ser como aquele cocho. É importante enfeitarmos nossas casas, nossos pátios. Geralmente nessa época do ano fazemos uma grande faxina em casa, como que dizendo que queremos iniciar o ano com tudo no seu devido lugar. Ora, também devemos fazer uma faxina em nossos corações. Por mais humilde que fosse aquela manjedoura, certamente José e Maria a limparam bem para colocar o Menino Jesus. Era uma cama simples, talvez nem tão confortável, mas limpinha e quentinha.

Sempre que revejo a cena do Natal através dos tantos presépios montados nas casas e igrejas, me emociono. Maria e José tiveram quer ir para aquela estrebaria, pois não achavam lugar nas estalagens. Estavam cheias de visitantes que vinham para o recenseamento. E da mesma forma que repetimos o gesto de montar o presépio todos os anos, revemos os corações lotados de visitantes não sobrando lugar para a Sagrada Família. É uma pena que para muitos, o papai noel (faço questão de escrever com letra minúscula), os presentes, as ceias fartas, porém comumente rodeadas de corações vazios, ocupem o lugar central. É lamentável vermos tanta inquietação, tanta algazarra. Jesus é simples. É manso e humilde de coração. Isso deveria nos encantar!

Irmão, como está o teu coração-manjedoura? Como você preparou a estalagem para acolher esse Menino? Amigo, me pergunto todos os anos onde ficou a simplicidade do Natal?

Celebre o Natal com seus familiares, amigos, vizinhos. Reúna-se em torno da mesa. Troque presentes. Tudo isso é importante. Mas não se esqueça do motivo da festa.

Bem-Vindo, Jesus Cristo! E a vocês queridos paroquianos, um feliz e abençoado Natal repleto de simplicidade, amor e paz que brotam da manjedoura!

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

27º DTC - ... e serão uma só carne!

 


As leituras propostas para o 27º Domingo do Tempo Comum apresentam, como tema principal, o projeto ideal de Deus para o homem e para a mulher: formar uma comunidade de moar, estável e indissolúvel, que os ajude mutuamente a realizarem-se e a serem felizes. Esse amor, feito doação e entrega, será para o mundo um reflexo do amor de Deus.

A primeira leitura diz-nos que Deus criou o homem e a mulher para se completarem, para se ajudarem, para se amarem. Unidos pelo amor, o homem e a mulher formarão ‘uma só carne’. Ser ‘uma só carne’ implica viverem em comunhão total um com o outro, dando-se um ao outro, partilhando a vida um com o outro, unidos por um amor que é mais forte do que qualquer outro vínculo. Adão exclama: “... é osso dos meus ossos e carne da minha carne!” Em sua companheira há algo dele e nele, há algo dela.

Na Carta aos Hebreus, proposta na segunda leitura, encontramos a ‘qualidade’ do amor de Deus pelos homens. Deus amou de tal forma os homens que enviou ao mundo o seu Filho único ‘em proveito de todos’. Jesus, o Filho, solidarizou-Se com os homens, partilhou a debilidade dos homens e, cumprindo o projeto do Pai, aceitou morrer na cruz para dizer aos homens que a vida verdadeira está no amor que se dá até às últimas consequências.

E no Evangelho, Jesus, confrontando com a Lei judaica do divórcio, reafirma o projeto ideal de Deus para o homem e para a mulher: eles foram chamados a formar uma comunidade estável e indissolúvel de amor, de partilha e de doação. A separação não está prevista no projeto ideal de Deus, pois Deus não considera um amor que não seja duradouro. Só o amor eterno, expresso num compromisso indissolúvel, respeita o projeto primordial de Deus para o homem e para a mulher.

Ligando o texto da Carta aos hebreus com o tema principal da liturgia deste domingo, podemos dizer que o casal cristão deve testemunhar, com a sua doação sem limites e com a sua entrega total, o amor de Deus pela humanidade.

 

1ª Leitura: Gn 2,18-24

2ª Leitura: Hb 2,9-11

Evangelho: Mc 10,2-16

Salmo

“O Senhor te abençoe de Sião, cada dia de tua vida”.

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Quem somos?

 


Conforme vimos no último vídeo, a missão da Igreja Católica começa em Jesus Cristo, segunda pessoa da Santíssima Trindade e culmina na igreja particular, ou seja, nas dioceses espalhadas pelo mundo. A diocese de Montenegro é formada por 30 paróquias. Dentre elas, a nossa.

Dom João Becker, Arcebispo de Porto Alegre, criou a Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Arroio Grande (primeiro nome do município) no dia 14 de abril de 1921 nomeando como vigário o Padre Alberto Schwade. Nesta data, já havia no município (3º distrito de Taquari) as capelas São José de Santa Manoela, Sagrado Coração de Jesus de Linha Brasil (ou Nova Áustria) e São Pedro de Boa Esperança Alta. A antiga igreja matriz localizava-se onde hoje é a garagem do lar porto seguro.

No dia 18 de abril de 1927, embora já tenha iniciado as tratativas para construção da nova Matriz (provavelmente trabalhos de limpeza e terraplenagem do terreno somente), é lançada a pedra angular da igreja. No dia 02 de setembro de 1946, por volta das 10 horas, foi colocada a cruz no topo da igreja.

A paróquia atualmente conta com 11 capelas além de 4 oratórios e dois pontos de celebrações sendo eles Morro dos Feyh e Lar Porto Seguro.

A pastoral para atendimento dessas comunidades está dividida em três áreas

 

Pela área 1

  • ·         Matriz Nossa Senhora do Rosário
  • ·         Nossa Senhora Aparecida, no Morro Bonito
  • ·         São José, no Morro dos Bello
  • ·         E Imaculado Coração de Maria, na Cidade Baixa

 

Pela área 2

  • ·         São Pedro, na Boa Esperança Alta
  • ·         Nossa Senhora da Assunção, na Boa Esperança Baixa
  • ·         São Paulo, na Pedra Grande
  • ·         Nossa Senhora da Conceição, no Cachimbos
  • ·         São Miguel, no Morro dos Cavalos
  • ·         Santa Teresinha, no Morro Azul
  • ·         Nossa Senhora Aparecida, nos Três Irmãos
  • ·         E Santo Antônio, na Cabriúva

 

E Pela área 3

  • ·         Sagrado Coração de Jesus, na Linha Brasil
  • ·         São José, na Santa Manoela
  • ·         E Santo Alberto Magno, na Bela Vista

 

 "ORAI SEM CESSAR" (Ts 5,17).

Temos em nossa paróquia, diversos movimentos e grupos que fomentam a oração em nossa paróquia. São Eles: 

  • ·         O Apostolado da Oração
  • ·         ECC
  • ·         Cenáculo de Maria
  • ·         Renovação Carismática Católica, com o grupo Colo de Maria.
  • ·         As Capelinhas de Nossa Senhora
  • ·         O Terço dos homens
  • ·         As mães que rezam pelos filhos
  • ·         O Cursilho jovem
  • ·         E estamos trabalhando para trazer novamente o CLJ, Curso de Liderança Juvenil.


"ASSIM TAMBÉM A FÉ: SE NÃO TIVER OBRAS, É MORTA EM SI MESMA".   (Tg 2,17)

Também temos várias iniciativas pastorais que visam fazer a nossa igreja acontecer também fisicamente. 

Pela Iniciação à vida cristã, temos A Pastoral do Batismo e a catequese, dividida ao longo de quatro anos.

Temos também a pastoral litúrgica, para a preparação das celebrações.

A pastoral da comunicação concentra-se na divulgação através das mídias sociais dos eventos paroquiais bem como na transmissão das santas missas.

Os ministros extraordinários, além da distribuição da santa eucaristia nas missas, fazem celebrações quando solicitados e visitam os enfermos de nossa paróquia.

A pastoral do Dízimo, que fomenta a partilha para manutenção da paróquia.

A pastoral Vocacional, que além de trabalhar com os coroinhas leva meninos e meninas ao conhecimento das vocações específicas.

Quem prepara os jovens casais de namorados que pretendem formar uma família através do sacramento do matrimônio é a pastoral dos noivos.

Alguns ministros extraordinários ajudam realizando exéquias (enterros) quando o padre não pode. Estamos formando um grupo que irá auxiliar na elaboração de um estatuto para os cemitérios de nossa paróquia.

A partir do mês de novembro a paróquia também terá a pastoral da pessoa idosa, uma pastoral social que irá dar atenção a tantos irmãos mais vividos que fazem parte de nossa igreja.

A paróquia Nossa Senhora do Rosário é o conjunto de todas as comunidades, pastorais e movimentos. Não é possível concebê-la isoladamente. É muito maior do que a soma das partes. Por isso não existe comunidade católica isolada do contexto paroquial.


Juntos somos a paróquia nossa Senhora do Rosário de Paverama!


Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria

  Nesse final de semana celebramos a Assunção de Nossa Senhora. Tal celebração, para nós católicos, é dogma de fé. Foi definido pelo papa Pi...