sexta-feira, 1 de agosto de 2025

18º Domingo do Tempo Comum

 


A liturgia desde 18º domingo do tempo comum questiona-nos acerca da atitude que assumimos face aos bens deste mundo. Sugere que eles não podem ser os deuses que dirigem a nossa vida; e convida-nos a descobrir e a amar esses outros bens que dão verdadeiro sentido à nossa existência e que nos garantem a vida em plenitude.

Na primeira leitura, temos uma reflexão sobre o sem sentido de uma vida voltada para acumular bens. Embora a reflexão não vá além, ela constitui um patamar para partirmos à descoberta de Deus e dos seus valores e para encontrarmos aí o sentido último da nossa existência.

A segunda leitura convida-nos à identificação com Cristo: isso significa deixarmos os ‘deuses’ que nos escravizam e renascermos continuamente, até que em nós se manifeste o homem novo, que é ‘imagem de Deus’.

No Evangelho, através da parábola do rico insensato’, Jesus denuncia a falência de uma vida voltada apenas para os bens materiais: o homem que assim procede é um ‘louco’, que esqueceu aquilo que, verdadeiramente, dá sentido à existência.

Muitas vezes, encantados pelos bens desse mundo, esquecemos que, assim como nossa existência terrena, eles são finitos e temporários. Ao partirmos, não levamos nada. Os bens materiais são importantes para nossa existência enquanto seres viventes na terra. Porém, fomos feitos para o céu. Para uma vida plena e eterna em Deus.

 

1ª Leitura: Ecl 1,2.2,21-23

2ª Leitura: Cl 3,1-5.9-11

Evangelho: Lc 12,13-21

Salmo

Vós fostes ó Senhor, um refúgio para nós.

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